Criar um programa de PLR aumenta os custos da empresa?

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29/03/2016

Muitos supermercadistas ainda manifestam informalmente essa dúvida a SM. Veja o que diz um especialista em RH

Uma despesa sem retorno. É assim que muitos empresários veem os programas de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados). Mas, segundo Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, essa visão não corresponde à realidade. Ele afirma que todos os pagamentos são atrelados a metas estabelecidas, que devem ter foco no retorno econômico da empresa.

Bazzola também acredita que a participação nos resultados motiva os funcionários e eleva a produtividade. Isso, diz ele, faz com que as vantagens para a companhia sejam maiores do que as despesas com pagamento. “Outra questão que, muitas vezes, impede sua implantação são as imposições sindicais incompatíveis com a realidade econômica da empresa e seu mercado, embora essa visão esteja mudando nos últimos anos”.

Mas, para obter o máximo dos benefícios proporcionados pelo PLR, é preciso tomar alguns cuidados. Um deles é seguir alguns parâmetros:

  • Ser desenvolvido com a participação dos colaboradores por meio de representação em comitê
  • Ter metas claras e possíveis de serem atingidas
  • Criar indicadores mensuráveis

“O valor a ser recebido pelos colaboradores deve ser justo e refletir os resultados atingidos por meio de indicadores corporativos e de cada departamento”, acrescenta o diretor da Bazz. Ele lembra, contudo, que nem sempre a remuneração é a mesma para todas as pessoas. Há variações devido aos resultados obtidos pela área ou pelo empregado individualmente. Por isso, é preciso adotar uma metodologia capaz de garantir que todos possam usufruir do programa. A base para o cálculo pode ser o salário nominal, um budget ou valores limites fixo definidos.

 

 

Veja mais sobre: PLR, incentivo, pagamento

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