5 formas de economizar com entregas de mercadorias

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Por Redação SM - 06/09/2017

Conheça alguns cuidados que podem ser tomados com relação aos roteiros dos caminhões que levam produtos do CD para as lojas


Definir as melhores rotas para o envio de mercadorias às filiais não é uma tarefa fácil. É preciso tomar alguns cuidados para evitar custos elevados, o que pode prejudicar a rentabilidade. Outro risco é ter um processo pouco azeitado, que leve a rupturas em lojas ou necessidade de estoque maior, prejudicando o capital de giro. 

Veja a seguir o que pode ser feito para ter um bom roteiro, segundo especialistas em logística e varejo:

1. É preciso definir o tipo de rota mais indicado para sua empresa. Um dos modelos consiste em iniciar a distribuição pela loja mais próxima do CD e finalizar com a mais distante. Esse tipo de roteiro é mais indicado para locais com restrições de circulação. O outro tipo é justamente o inverso. As entregas começam pela filial que fica mais perto, terminando com a mais longe. Esse formato pode permitir que o veículo transite no contra-fluxo durante boa parte do percurso de volta, otimizando o processo. 

2. Outra recomendação é contar com um profissional para acompanhar as mudanças nas condições de tráfego, interdição de ruas, obras, entre outros. A ideia é estudar o tempo de deslocamento, a produtividade dos caminhões e os custos de combustível e de manutenção. Dessa avaliação podem resultar mudanças nas rotas e nas ordens de entrega de mercadorias. 

3. Contar com apoio de soluções para o setor de distribuição também melhora a produtividade. Os softwares costumam permitir a visualização das entregas, saber se o tempo estimado está sendo cumprido, entre outros aspectos. 

4. Análise constante de dados é essencial para otimizar os roteiros de abastecimento. O objetivo é identificar sempre o menor percurso ou as especificidades de cada área. Por exemplo: em locais críticos de tráfego, o ideal é o caminhão circular em horários alternativos para evitar que produtos estraguem e economizar combustível. 

5. Deve-se ficar atento ao fato de que nem toda economia é válida. É possível que alguma rota aparentemente mais curta apresente condições ruins, como estradas esburacadas. Isso pode levar a aumento de despesas no longo prazo com, por exemplo, manutenção. Há ainda outros riscos, como acabar optando por um caminho em que existe maior incidência de roubos. 

 

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