Maioria dos planos de emergência não salva empresas

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Por Redação SM - 30/08/2016

É o que constatou levantamento da Bain & Company. Conheça os principais pilares para construir uma companhia eficiente

Mudanças de caráter emergencial para socorrer empresas não são efetivas na maioria das vezes. Estudo da consultoria internacional Bain & Company aponta que, em 60% dos casos analisados, os resultados esperados – que eram de redução de 10% nos custos – não foram alcançados. Outra constatação é de que as ações de emergência dificultam a realização de esforços futuros. Mas, se tais iniciativas não são suficientes para gerar eficiência nas empresas, o que pode ser feito? 

Segundo Alfredo Pinto, sócio da consultoria, as empresas devem adotar visão de longo prazo com eficiência contínua. “Isso é possível quando as empresas incorporam a eficiência à sua filosofia de ‘quem nós somos’, deixando de pensar nela como um projeto isolado”, diz. Para o executivo, atingir esse patamar não é um processo fácil, e o sucesso de uma estratégia de longo prazo está condicionado a outros quatro aspectos na empresa: 

1. Comportamento
Diz respeito à construção de planos pragmáticos para reforçar as escolhas corretas realizadas na companhia. Mais do que construí-los, é necessário mantê-los por meio de treinamento contínuo. Soma-se a isso acompanhamento ao longo do tempo dessa evolução por parte das lideranças

2. Comprometimento
Esse é o segundo aspecto mais importante para uma empresa avançar. Mas só é possível ter comprometimento quando ele vem desde o CEO e de membros da gerência. Isso porque esses profissionais desenvolvem um modelo de talentos. São capazes de contratar pessoas com as habilidades corretas para a empresa e também podem promover profissionais da equipe que entregam resultados

3. Mudança de cultura
Uma cultura que encoraja a inovação e a atitude arrojada diante de riscos pode ajudar a disseminar uma mentalidade de eficiência por toda a organização

4. Métricas
Elas são importantes para saber se as empresas estão trilhando o caminho certo ou se desviando das novas propostas. Segundo a Bain, não é necessário elaborar métodos complexos de mensuração para averiguar para onde a companhia está indo. A consultoria afirma que poucas, básicas e simples atitudes devem permear a organização. Um exemplo é a realização periódica de feebacks. “Reconhecer pessoas ou equipes que fazem a diferença ajuda a encorajar a mudança e reformar o comprometimento, tornando esse círculo perene dentro da organização”, conclui Alfredo Pinto. 

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