O que dizem BRF e JBS

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Por Redação SM - redacao@sm.com.br - 20/03/2017

As duas empresas, as maiores do País, têm se comunicado com varejistas do País todo para entender a repercussão das notícias e apoiar as empresas nas decisões tomadas

BRF e JBS sofreram acusações da Polícia Federal, na Operação Carne Fraca, que há dois anos investiga problemas em plantas frigoríficas e corrupção entre fiscais e funcionários locais. Desde sexta-feira (17/03), elas estão em contato com varejistas de todo o País para minimizar o impacto sobre o consumo das revelações. Veja comunicados oficiais para os supermercadistas

 BRF: confiança nos processos e padrões
“A BRF tranquiliza o supermercadista quanto à comercialização dos produtos da companhia e orienta o varejista a repassar essa segurança ao consumidor. A companhia sugere ainda que o empresário tome conhecimento do posicionamento da empresa, como forma de manter-se corretamente informado para responder a possíveis questionamentos do consumidor. A companhia tem confiança em seus processos e padrões. Os testes realizados nas fábricas antes da comercialização dos produtos são eficientes e feitos por amostragem, o que nos dá total segurança quanto ao consumo do lote avaliado. Hoje, 100% dos produtos da BRF são avaliados no Programa de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle. E a companhia possui padrões de certificação BRC, IFS, Global-GAP, AloFree e ISO17025:2005. É auditada externamente por diversos mercados e clientes, além de órgãos competentes brasileiros, como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O monitoramento considera também o ponto de venda”

JBS: qualidade é prioritário
“Sobre a operação da Polícia Federal, a JBS esclarece que qualidade é a sua maior prioridade e a razão de ter se transformado na maior empresa de proteína do mundo. A JBS exporta para mais de 150 países, como Estados Unidos, Alemanha e Japão. É anualmente auditada por missões sanitárias internacionais e por clientes. No Brasil, há 2.000 profissionais dedicados exclusivamente a garantir a qualidade dos produtos JBS e das marcas Friboi e Seara. Todos os anos, 70 mil funcionários têm treinamento obrigatório nessa área. No despacho da Justiça, não há menção a irregularidades sanitárias da JBS. Nenhuma fábrica da JBS foi interditada. Ao contrário do que chegou a ser divulgado, nenhum executivo da empresa foi alvo de medidas judiciais. Um funcionário da unidade de Lapa, no Paraná, foi citado na investigação. A JBS não compactua com desvios de conduta e tomará todas as medidas cabíveis. Por fim, a JBS reforça seu comprometimento com a qualidade de seus produtos e reitera seu compromisso histórico com o aprimoramento das práticas sanitárias”

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